Banco de Trocas Solidárias

O 'Banco de Trocas' é um sistema de trocas solidárias em que a moeda é o tempo, trocando-se serviços (medido em hora), cabendo ao Bando o encontro entre quem procura e quem oferta serviços.

 

Todos os serviços tem o mesmo valor e todos interessados podem oferecer horas. 

A principal troca é a solidariedade, cooperação e afetividade!

Perguntas frequentes

O que é?


Um sistema de trocas solidárias em que a moeda é o tempo, com os seguintes princípios: Troca-se serviço (medido em hora); Todos os serviços tem o mesmo valor; Todos dão e recebem tempo; O Banco media o encontro entre quem procura e quem oferta serviço; A principal troca é a solidariedade, cooperação e afetividade.




Para que serve?


Para promover soluções e partilha a partir da troca de serviços (tempo); Para promover atitudes de solidariedade e afetividade; Para valorizar o tempo na perspectiva de redes de cooperação e das capacidades de cada um;




Como funciona?


No Banco de Trocas Solidárias os interessados cadastram os serviços que querem/ gostam de realizar e que necessitam; podendo modificar a qualquer hora; O CADASTRO é base para uma conta em que se registram os movimentos (débitos e créditos em horas correspondentes aos serviços recebidos e prestados);




Quais serviços podem ser trocados?


Cada pessoa cadastrada, de acordo com seus saberes, interesses e necessidades, pode trocar o que lhe convém e que contribua para o fortalecimento de redes de cooperação e afetividade; Para auxiliar, propomos LISTA INDICATIVA DE SERVIÇOS (presente no formulário de cadastro)




Como as trocas acontecem?


5.1.Troca de serviço medida em hora: Neste banco, o dinheiro é o tempo, medido em hora. Portanto, troca-se tempo por tempo: a unidade de valor e de troca é a hora! Busca-se com isso valorizar os saberes, minimizando a lógica de que para se ter, precisa-se consumir. A pessoa precisa de um serviço, procura-o na Agência, que procura uma outra pessoa que o possa realizar. Serviço realizado, quem o solicitou passa um CHEQUE DE TEMPO. A pessoa que prestou o serviço deposita o cheque, que é creditado na sua conta e poderá obter outros serviços disponibilizados por qualquer outra pessoa cadastrada no Banco. 5.2.Todos os serviços tem o mesmo valor O uso do tempo como medida de valor traz a reflexão sobre seu valor subjetivo. Assim, nenhum serviço é mais ou menos valorizado que outro. Busca-se, com isso, superar o viés que o mercado impôs ao tempo, especialmente o dedicado a produzir, tornando-o fator de discriminação. Nessa perspectiva, independe a situação social e cultural, o sexo, a profissão, a origem e a idade. Assim, espera-se, um efeito pedagógico sobre o tempo de estar com o outro, de se autocuidar e cuidar do outro, de criar, de lazer, de cooperar e trocar, enfim. A exemplo, para o nosso Banco, o tempo do pedreiro tem o mesmo valor do tempo do arquiteto; o tempo do professor tem o mesmo valor do tempo de um cuidador, entre outros. 5.3.Todos dão e recebem tempo Todas as pessoas envolvidas na rede de cooperação assumem o compromisso de dar e receber tempo para promoverem atitude em prol de uma sociedade que compartilha sua energia criativa. Assim, a rede de trocas solidárias potencializa e valoriza os recursos e competências de cada pessoa de forma universal e de modo a minimizar desigualdades. 5.4. A mediação do Banco As trocas de tempo (serviço) não são diretas, na medida em que o tempo (serviço) prestado por uma pessoa pode ser retribuído por qualquer outra pessoa cadastrada. Assim, quem recebe um serviço no Banco, paga-o com um cheque de tempo. Quem prestou o serviço deposita-o na agência, para receber crédito do tempo correspondente à realização do serviço. Destaque-se que não importa para o Banco que o saldo seja positivo ou negativo. O que se busca é o compromisso das pessoas para manter o equilíbrio em sua conta pessoal: dar e receber tempo. 5.5.A troca é de solidariedade As pessoas são estimuladas a refletirem sobre o que querem, podem e gostam de fazer e peçam apoio nas tarefas que menos gostam ou tenham habilidade de realizar. Essa postura para com o Banco é para que as pessoas, ao trocarem seu tempo expandam e aprofundem o sentido de bem-estar. O que se impõe, portanto, é o desafio de combinar solidariedade, criatividade, utilidade e prazer.





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