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Casa d’Arte abre chamada para nova fase de Ocupação Criativa na Raposa (MA)

O Casa d’Arte, Centro de Cultura parceiro do Imas, localizado na Raposa (MA), está com chamada aberta para artistas, coletivos, grupos e agentes culturais interessados em integrar a próxima fase de ocupação artística do espaço.

A iniciativa convida propostas que ampliem conexões, fortaleçam redes criativas e promovam trocas culturais no território, reafirmando o compromisso do espaço com a arte como ferramenta de transformação social e fortalecimento comunitário.




Um espaço de criação, circulação e encontro

O Casa d’Arte acredita na potência da arte como prática coletiva. Mais do que um local de apresentações, o centro cultural funciona como ambiente de produção, experimentação e circulação artística, acolhendo linguagens diversas e projetos que dialoguem com a cultura, a história e a realidade da Ilha de Upaon-Açu.

A ocupação é pensada de forma flexível e colaborativa, podendo ocorrer em formato voluntário, com cachê colaborativo ou com ingresso, respeitando as especificidades de cada proposta e as condições do espaço.



Quem pode participar

Podem se inscrever artistas e coletivos que desenvolvam ações como:

  • Performances

  • Exposições

  • Oficinas e formações

  • Exibições audiovisuais

  • Intervenções urbanas

  • Residências artísticas

  • Mostras, encontros e outras linguagens criativas


As inscrições podem ser feitas através do formulário.


As propostas devem apresentar descrição clara da ação, justificativa de diálogo com os valores do espaço e da comunidade, além das necessidades técnicas e logísticas para realização.


Cultura construída em rede

Centro cultural autônomo e colaborativo, o Casa d’Arte atua como Pontão de Cultura e espaço de referência para trocas artísticas na Raposa (MA). Sua programação inclui feiras solidárias, cineclube, residências criativas e diversas iniciativas que valorizam tanto os processos criativos quanto o encontro entre artistas e público.

A proposta de ocupação parte do princípio de que toda ação cultural deve ser construída em diálogo, respeitando ritmos, possibilidades e promovendo a partilha de ganhos materiais e simbólicos entre artistas e espaço.


 
 
 

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