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“Margens Ativas”: Casa d'Arte promoveu exposição que reuniu obras e performances de artistas mulheres na Raposa

Durante os meses de março e abril, o Casa d’Arte – Centro de Cultura promoveu a exposição Margens Ativas, uma mostra coletiva que reuniu dez artistas mulheres em torno de reflexões sobre corpo, autonomia, memória e limites. A ação se propôs como um espaço de escuta, presença e atravessamento, onde obras, performances e experiências compartilharam uma mesma pergunta: o que pode existir nas margens?

Com curadoria de Claudia Marreiros, a exposição reuniu trabalhos que investigavam estruturas invisíveis que atravessam a experiência de existir e ocupar o mundo com memórias íntimas, arquivos pessoais, gestos cotidianos e negociações silenciosas que moldam a presença.

Nesse percurso, o corpo apareceu como território sensível e político. Um corpo capaz de estabelecer fronteiras, regular aproximações, criar linguagem e produzir narrativas próprias.


Dois ciclos, múltiplos atravessamentos

A exposição foi construída em dois ciclos expositivos, ativando continuamente o espaço do Casa d’Arte com novas presenças, obras e experiências.

O primeiro ciclo, inaugurado em 15 de março, contou com trabalhos das artistas:

  • Pietra Ofá

  • Telma Lopes

  • Gisele Ferreira

  • Graça Maria

  • Jane Maciel

Já o segundo ciclo, iniciado em 29 de março, ampliou os sentidos da mostra com a chegada das artistas:

  • Ana Borges

  • Ana Mendes

  • Ana Áurea

  • Carolina Libério

  • Renata Figueiredo



A presença do público e o encontro com a comunidade

Ao longo do período expositivo, a exposição Margens Ativas recebeu diferentes públicos e promoveu encontros significativos dentro da Casa d’Arte. Entre as ações realizadas, estiveram as visitações mediadas com estudantes de escolas da região da Raposa, envolvendo turmas do ensino fundamental e médio. A presença das crianças e jovens ampliou ainda mais os sentidos da mostra, aproximando arte, educação e território.

Esses encontros reafirmaram a importância de criar espaços culturais acessíveis e vivos, capazes de estimular sensibilidade, pensamento crítico e pertencimento.




Margens que permanecem

No Casa d’Arte, essas experiências seguem reverberando como parte de um compromisso contínuo com a arte, a cultura e os encontros que emergem quando diferentes trajetórias compartilham o mesmo território.

 
 
 

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